CREDO!!! ISSO VICIA!!!!

Esse negócio de mini-conto é muuuuuito legal!! Tô adorando... Olhem, já fiz outro:

Conselho e canja de galinha não fazem mal a ninguém. Morreu de estômago cheio.

Ah! Ficou bom, não ficou?!

Até a próxima blogada - ou até a próxima inspiração....

ENFIM MEU MINI-CONTO...

Após muito refletir sobre um possível mini-conto, acho que consegui desenvolver um... Não vale rir... É uma primeira tentativa... Mas confesso... Adorei fazê-lo...

A maré não estava prá peixe. A vida, muito escamosa. Xiii... Fedeu!

E aí, o que acharam? Não ficou bonitinho?! Comentem!!!

E O OSCAR VAI PARA...

A-D-O-R-A-R cinema... Essa é uma das características dessa singela blogueira que vos bloga... Se eu não fosse eu, eu gostaria de ser Audrey Hepburn... Para mim, o cinema é uma forma de entendermos o mundo, a realidade, e por isso, não é raro nos encontrarmos numa tela de cinema... 

Devido a uma grata surpresa do destino, nos últimos anos tive, e estou tendo, a oportunidade de conhecer e de compreender melhor o cinema...  Uma dessas oportunidades é o ciclo de palestras sobre cinema, especificamente sobre o cinema nacional, que acontece mensalmente na Livraria Alpharrabio,  cujo coordenado é o Prof. Humberto Pereira da Silva, meu ex-professor, meu mais novo amigo e mentor intelectual...

Para ser sincera, sempre vi o cinema nacional meio de soslaio... Acho que ele peca pelo excesso de caricaturas - o que me irrita um pouco - mas é impossível não reconhecermos uma luz no fim do túnel, como por exemplo, a minha mais recente descoberta: Glauber Rocha... E dentro dessa minha paixão - o cinema -  e de minha busca em compreender o cinema nacional venho me aventurando mais no cinema brasileiro. A quinze dias atrás vi "Quase dois irmão"... Achei interessante, mas, ainda caricato e extremamente calcado em "Cidade de Deus"... Hoje assisti "Cabra-Cega" e é por isso que me ponho a escrever... Se o Oscar fosse sério, esse filme faria a rapa... Simplesmente, M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O!!! Tudo, do início ao fim, é fascinante...

O filme trata dos anos de chumbo do Brasil e dos ideais revolucionários de jovens que combateram bravamente a ditadura militar. O filme relata a vida de Tiago, um "quadro da linha de fogo" de um dos últimos “aparelhos” existentes nessa luta, que após ser ferido numa perseguição vê-se enclausurado no apartamento de um simpatizante da causa até recuperar-se de um ferimento à bala e encontrar uma rota de saída do país ou novos aparelhos mais seguros. Seu único contato com o mundo é Rosa, enfermeira e filha de operário comunista do interior, uma militante por quem se apaixona e com quem compartilha a loucura que pouco a pouco o domina. O tempo – que só é cronometrado a partir de uma rachadura no teto do quarto de Tiago – vai passando e chega o dia em que este “aparelho” é, finalmente, exterminado e seus integrantes enfrentam estoicamente - e ao som de “Roda-Viva” - a estupidez humana...

Recomendo, quem puder, assista... É mais uma luz no fim do túnel...

O Domingo - teoricamente o primeiro dia da semana mas, na prática o último - foi o dia escolhido por mim para postar neste blog. Essa decisão gera sensações opostas: a de ser sempre a última a publicar as mensagens e a de ser a primeira a inserir as sugestões do professor... E é baseada na segunda sensação que ponho-me a blogar...

Sexta-feira, dia de nossas aulas de tecnologia, o Prof. Jarbas fez duas sugestões para as mais novas blogueiras da parada: escrever um mini-conto e inserir hiperlinks.

Hiperlink vocês sabem o que é - e como poderão perceber, farei uso deles - então, passemos para o mini-conto...

O mini-conto é uma história em prosa contada em aproximadamente cinqüenta letras... Interessante e, como diria Maria Tereza, minha colega de trabalho, "desafiante"... Principalmente, para um pessoa prolixa como eu... Mas, desafio é desafio... Vamos ver no que dá... Mas, antes dessa tentativa "sintética", voltemos à socialização e seus agentes socializadores. Hoje, com muito orgulho, apresentamos a "relação entre pares".

- A Relação entre Pares:

A relação entre pares pode ser entendida como grupos formados por indivíduos de faixas etárias aproximadas. Embora a família tenha importância capital na socialização de seus jovens rebentos é na relação entre pares que existe "democracia". A palavra "par" significa "igual", sendo assim, diferentemente da família onde os pais podem, de certa forma, impor códigos de conduta aos seus filhos, numa relação entre pares as crianças descobrem um contexto diferente de interação, onde as regras e condutas podem ser testadas e exploradas. Tudo baseia-se no consentimento mútuo...

Uma outra questão relevante sobre a relação entre pares diz respeito ao status. Dentro de uma relação em pares, o status assumido depende muito mais do mérito do que da posição que lhe é atribuída - como é o caso da família - e essa compreensão e situação de status, assim como a socialização, é algo que nos acompanhará por toda a vida: nas relações de amizade, nos grupos informais e no trabalho...

Bem, sobre socialização é só... Tentemos um mini-conto...

Tô pensando... continuo pensando... Encontrar tantas metáforas como as de Ana Paul não é fácil... Professor, isso é meio complicado para ser feito, assim, de repente não mais que de repente... Vou pensar um pouco, e posto meu mini-conto ainda essa semana, certo?!

Bem, por hoje é só... Até a próxima...

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